Segundo o Jornalista Políbio Braga, em razão do medo de perder clientes, o Santander ignorou a recomendação esdrúxula do Ministério Público Federal do Rio Grande do Sul para que fosse reaberta a exposição.

Estima-se que o banco tenha perdido mais de 100 mil clientes.

Destarte, o MPF/RS invadiu a competência estadual para promover a agenda ideológica e um protesto pela abertura, ao arrepio da advocacia pública pela aplicação da lei (e do caso, do art. 208 do Código Penal). Caso a Polícia Civil venha a abrir inquérito contra os responsáveis pela exposição e o Judiciário comprove a existência de crime, os servidores do MPF podem ter de vir a responder futuramente pela recomendaçõ, via Procedimento Administrativo Disciplinar, que será tranquilamente improcedente, das mãos dos membros do próprio MPF.

A exposição Queermuseu agora deve ser exibida no Rio de Janeiro.

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