“Eu estou emocionada com o progresso de Hillary!”, começa o email de Sheryl Sandberg, chefe operacional do Facebook.

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Fato ignorado absolutamente pela mídia brasileira, o Wikileaks publicou recentemente uma constrangedora troca de emails entre a operadora e o chefe de campanha de Hillary Clinton, John Podesta.

“2015 será desafiador, mas espero que nós estejamos em um bom lugar, graças à sua ajuda e suporte. Mal posso esperar para trabalhar com você quando elegermos a primeira mulher presidente dos Estados Unidos”, responde John Podesta.

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Shery responde: “Eu ainda quero muito que Hillary ganhe. Eu estou aqui para ajudá-los o máximo que puder. Ela me visitou e foi incrível com meus filhos”.

Mark Zuckerberg, criador e chefão do Facebook, recentemente publicou uma nota em que reitera a neutralização da sua rede social – diga-se mordaça de opiniões -, além de uma série de investigações acerca das já comprovadas mentirosas intervenções da Rússia nas eleições americanas.

É notória e brutal a censura que o Facebook promove em face de posts de teor conservador e religioso.

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