Em meio a fraudes mundiais, como a recentemente ocorrida na Venezuela, admitida pela apuradora de votos Smartmatic – que também faz a contagem no Brasil -, em relação à nova constituinte do ditador Nicolás Maduro, e também na Catalunha, os membros das instituições brasileiras insistem em remar contra a maré de exigência por transparência e recontagem.

Liderado pelo Ministro Gilmar Mendes, o TSE enviou à Câmara Federal um Projeto de Lei para fins de tentar proibir o voto impresso paralelo ao voto eletrônico. Para entrar em vigor para as eleições de 2018, o projeto necessita ser aprovado antes de 7 de outubro de 2018, tendo em vista que a Constituição exige um ano de vacância da aprovação da lei anteriormente ao pleito seguinte.

A relatoria do projeto está com o Dep. Vicente Cândido do PT.

Jair Bolsonaro, autor da emenda que incluiu o voto impresso na mini-reforma política de 2015, protestou:

“Ontem, aos 45 do segundo tempo, atendendo a uma solicitação do TSE via presidente da Câmara, o nosso relator, do PT, resolveu incluir no projeto de lei a revogação dos dois artigos da lei de 2015 que trata do voto impresso!”, disse o deputado.

É um verdadeiro golpe, digno de intervenção, inclusive das Forças Armadas, para fins de manutenção da democracia.

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