O Brasil não está no controle das instituições pelas quais governam o povo.

Numa demonstração de independência e ao arrepio da representação, a Câmara Federal aprovou na quarta-feira (4) um fundo de R$ 1,7 bilhões para financiar campanhas eleitorais privadas. É o dinheiro do contribuinte indo para os caciques do partido, e mantendo aqueles que já aprenderam a manipular o poder durante os quatro anos de mandato.

É um escárnio! Ainda mais quando o povo clama nas redes sociais pela manutenção da previsão do voto impresso. Voto impresso este que, segundo o TSE, custaria R$ 2,5 bilhões ao país.

Ontem de noite, um projeto de lei que prorrogava o voto impresso para 2020 foi negado pela Câmara dos Deputados, mas informações são fortes em Brasília no sentido de que já está sendo costurado um acordo para que o voto impresso de 2018 seja apenas um piloto.

Ou seja, sendo um piloto, justifica inclusive uma (nova) e ocasional fraude, tendo em vista que a recontagem dos votos se torna impossível.

Ora, é por essa razão que a Constituição Federal prevê em seu art. 16 a vacância de um ano das eleições: para os ociosos servidores da Justiça Eleitoral (salvo de dois em dois anos) DÊEM UM JEITO DE IMPLANTAR OS NOVOS SISTEMAS EM ATÉ UM ANO.

Não obstante, já se afirma por aí que o fundo partidário está levando R$ 5 bilhões. É dinheiro mal gasto e no qual os detentores do poder parecem não se importar com a demanda popular por transparência.

Só neste ano, foram dois casos de fraudes eleitorais reveladas, uma envolvendo a Smartmatic, empresa que promove a contagem dos votos junto ao TSE, no plebiscito da constituinte comunista venezuelana e, recentemente, na Catalunha.

Indigne-se! Não se cale! Proteste! Organize atos de repúdio! Não dependa de uma dúzia de meninos do MBL para dar a aqueles que desejam o caos de nossas vidas um caos por tabela.

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