A jornalista Daphne Caruana Galizia, especialista em investigação de corrupções e que já fora inclusive chamada de “A Mulher Wikileaks”, fora assassinada nesta segunda (16) na Ilha de Malta.

Uma bomba fora plantada em seu carro, que explodiu enquanto Galizia dirigia.

Muitas versões são levantadas face ao crime, as mais comuns de que teria sido ocasionado pelo opositor e líder político em Malta, Adrian Delia. Outra hipótese é a de que teria sido uma represália à publicação dos Panamá Papers, que revelou a posse de inúmeras offshores de centenas de personalidades políticas, muitas delas sem comprovação da origem dos montantes depositados nas contas nominais dos trustes.

Contudo, Daphne Caruana Galizia também foi uma das responsáveis da revelação do uso privado de emails de Hillary Clinton, fato que sequer fora comentado pela mídia convencional, defensora da candidata derrotada e difamadora assumida de Donald J. Trump.

O fundador do Wikileaks, Julian Assange, está oferecendo publicamente £20000 por informações que levem ao mandante do crime.

Daphne Caruana Galizia é mais uma mártir que revelou elementos da organização criminosa global que se sustenta do dinheiro do contribuinte dos Estados, da morte de inocentes pela eugenia abortista e pela destruição do agronegócio mundial.

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