Ao contrário do que afirma a mentirosa mídia convencional, o caso JFK ainda não está completamente exaurido: o presidente americano Donald J. Trump liberou 2.800 documentos, mas reteve grande parte.

O presidente americano promete liberar os documentos em até seis meses.

Em 1992, o então presidente George Bush lavrou o ato executivo que ordenada que todos os registros relacionados ao assassinato seriam transferidos para o National Archives em até 25 anos. O prazo encerrava-se no dia 26 de outubro de 2017.

Entre os documentos já liberados, estão relacionados os planos da CIA junto ao mafioso Sam Giancana para assassinar Fidel Castro e um vazamento da KGB, que registrou internamente a possibilidade de Lyndon B. Johnson, então vice-presidente, ter sido o mandante do crime.

O ex-assessor de Donald J. Trump, Sebastian Gorka, acusou o “deep state” americano – servidores públicos carreiristas e protetores de interesses das elites mundiais – de estar extorquindo Trump para manter a retenção dos documentos. Segundo ele, não fora uma decisão de Trump, mas um pedido do FBI e CIA para que não fossem liberados os documentos.

Os documentos já liberados podem ser acessados aqui.

 

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