O youtuber Rafinha BK, dono do canal BK Tuber, famoso por ter exposto a exposição pedofila e blasfema do Queermuseu no Santander Cultural de Porto Alegre, tomou novo ato de coragem.

Fora organizado um evento na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, pela deputada comunista Manuela D’Ávila, um debate, no qual somente foram convidados defensores do ato criminoso, como o próprio curador Gaudêncio Fidelis, que hoje responde por inquérito aberto através da denúncia promovida pelo advogado Adão Paiani.

Na mesa, estavam dois membros do Ministério Público, que, sentados à mesa com um acusado por crimes, foram imediatamente cobrados pelo jovem youtuber.

“Aqui nesta bancada, tem dois membros do Ministério Público, que tá defendendo a exposição que faz apologia ao crime”, disse Rafinha.

“Se a gente tivesse num país sério, estes dois integrantes do Ministério Público aqui seriam exonerados e o Gaudêncio seria preso por indução ao crime de pedofilia e vilipêndio religioso”, afirmou o dono do canal BK Tuber, após ter tido o microfone retirado pela organização, que administrava o ato feito em local público com o dinheiro público.

O Rafinha representa 90% da população que já está de saco cheio de ter de pagar o salário, sobretudo de membros do Ministério Público, que deveriam estar promovendo denúncias, e não mantendo a inércia face a crimes e, muito menos, sentando na mesma mesa em defesa de acusados por inquérito.

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