O movimento RenovaBR é uma iniciativa de empresários como Eduardo Mufarej, o publicitário Nizan Guanaes, o economista Arminio Fraga e o apresentador Luciano Huck, todos de cunho globalista, isso é, simpáticos a teses ambientalistas e de valores de esquerda.

O projeto visa a criação e financiamento de novas lideranças políticas.

Contudo, há uma evidente exclusão da direita de seus quadros, hoje compostos sobretudo pelos partidos Rede, Novo, Livres, PSOL, etc.

No seu questionário de seleção, segundo o Estadão, utilizou a frase “Os valores da família tradicional e da congregação religiosa são bases para uma sociedade saudável”, na qual o candidato deveria escolher a opção de discordo completamento ou concordo completamente, com o intuito de excluir tanto a extrema-esquerda, constrangedora ao discurso globalista, quanto a mais simplória direita.

“Com esse tipo de questão, já na primeira fase, eliminamos os radicais e extremistas de direita ou esquerda”, disse Renato Meirelles do Instituto Locomotiva ao Estadão.

Além de Meirelles, o corpo de avaliadores é composto por Eduardo Mufarej, cofundador do RenovaBR, os cientistas políticos Humberto Dantas, Marcelo Issa e Glauco Peres.

O movimento propõe custear o político por meio de bolsas de R$ 5 mil a R$ 12 mil.

Membros de ONGs e movimentos cívicos, como Patricia Ellen (do Agora! – movimento próximo a Luciano Huck); Ilona Szabó, (diretora executiva do Instituto Igarapé); Celso Athayde (da Frente Favela Brasil) e Adriana Barbosa, do Instituto Feira Preta.

 

Não passa de uma reunião globalista visando a exclusão do povo de direita e a consolidação das velhas elites progressistas da república no poder.

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