A rede paulista de supermercados Hirota Food está sendo duramente atacado pela mídia convencional. Tudo porque distribuiu, em algumas de suas unidades, uma cartilha a seus clientes com mensagens condenando o casamento homoafetivo, o aborto e o sexo fora do casamento, valores cristãos que num passado não muito distante foram muito caros à sociedade, em que pese hoje serem prejudicados pelo politicamente correto e pelo multiculturalismo.

Mídia pelega e esquerdista destilou ódio contra a empresa.

A cartilha traz 31 mensagens que discorrem sobre casamento, relação entre pais e filhos e até dívidas da família. Os textos foram escritos pelo pastor Hernandes Dias Lopes, da Igreja Presbiteriana, e tiveram tiragem de 10 mil exemplares.

Evidentemente, não passa de uma cartilha isenta e que apenas visou a promoção dos valores cristãos dos administradores e sócios da empresa para a sociedade, sedenta desses valores. Por outro lado, o escândalo e a histeria promovida pela mídia convencional contra a rede de supermercado beira o crime e a apologia à violência.

Convém sugerir ao Hirota que procure seus direitos no Judiciário contra cada um dos meios midiáticos que o expôs como homofóbico, extremo ou violador dos direitos da mulher, tendo em vista o seu direito constitucional de livremente poder expressar sua fé:

VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;  

VII – é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva;  

VIII – ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;

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