Leia atentamente: “Nesta quinta-feira, dia 10 de maio, a Empresa Lupa anunciou uma grande parceria com o Facebook. A partir desta semana, a empresa será responsável por “checar” diariamente o grau de veracidade dos conteúdos publicados na plataforma”.

 Em tempos de “fake news” este é o nosso maior exemplo ilustrado de notícia. Não poderia ser uma mentira maior. Na verdade, é. A tradução do parágrafo acima é a seguinte: “Nesta quinta-feira, 10 de maio, a empresa Lupa anunciou, em uma grande conversa fiada, a estratégia aberta de inserir padrões comuns de pensamento nas pessoas, atacando uma das maiores armas que o ser humano pode ter – o pensamento – em parceria com o Facebook (o mesmo que vazou dados de 50 milhões de pessoas) com a finalidade de, forçando uma ideia comum, gerar um comportamento de obediência cega em seus usuários”.

A aberta intenção desta grande ferramenta de mídia de censurar de maneira completa as
mídias independentes que não seguem a agenda globalista, nos lembra o verdadeiro lugar do usuário neste mundo: apenas um produto de negociação.

sharing-disputed-story1
Alerta de compartilhamento que irá aparecer antes que uma “notícia falsa” seja divulgada pelos usuários no Facebook. Censura?

O mundo inteiro pôde acompanhar os olhos cansados e o semblante descaído de Mark Zuckerberg após cinco horas de depoimento à Câmara dos Deputados e ao Senado dos Estados Unidos, acerca das políticas de privacidade da plataforma e demais assuntos, e (além da baixa atenção da mídia nacional aos fatos ocorridos) a declaração do próprio Mark, parecida com a que deu no passado, por exemplo, de que avaliava censurar postagens que fossem contrárias às posições da esquerda ocidental sobre a crise dos “refugiados” na Europa. Ou seja, se você acompanha canais de notícia independentes para ter acesso a informações verdadeiras, cuidado! Sua leitura pode estar chegando ao fim.

Um teste que exemplifica essa tese ocorreu, sobretudo, recentemente. Duas páginas foram criadas no mesmo dia pela mesma pessoa, uma pró-Israel e outra pró-Palestina. Foram intensificando os ataques ao outro na mesma proporção, até virar “hate speech” mesmo, propondo o extermínio dos inimigos. A página que atacava a Palestina foi suspensa; a que atacava Israel continuou lá com seu discurso de ódio – surpreendentemente, mesmo que a empresa que estivesse a mantendo tivesse como fundador alguém de nome Zuckerberg.

Diversos outros experimentos como este exemplificam a seletividade da plataforma Facebook. Não acredita? Faça você mesmo e comprove!

WhatsApp Image 2018-05-11 at 16.48.56
“Entramos neste projeto com muita energia e acreditando fortemente no impacto que ele terá, ainda mais num ano eleitoral…” disse a diretora da Agência Lupa, Cristina Tardáguila. 

Confira: https://www.youtube.com/watch?v=skKicxnvhJo

Essa censura disfarçada de ativismo jornalístico começou tímida após a vitória do bilionário Donald Trump nas eleições, com a mudança do algoritmo que gera o conteúdo do Facebook, ainda que, dentre a “América Profunda” cada vez mais escancare o seu favoritismo  para além do monopólio das informações, da concentração de poder, da destruição da família, da ideologia de gêneros para crianças, da desmoralização das instituições, e etc.

Ainda acha pouco? Tem mais!

            Por trás desse anúncio do Facebook, não podemos esquecer sua parceria com a IFCN – Internacional Fact-Checking Network, que criou cinco princípios de avaliação para enquadrar uma “fake news”:

  • Apartidarismo;
  • Transparência nas fontes;
  • Transparência dos recursos financeiros recebidos;
  • Transparência da metodologia;
  • Comprometimento com correções honestas;

Tudo isso, controlado e verificado por “mídias independentes”.

Podemos comparar com o Google: quando realizamos alguma busca, o site verifica se o endereço no qual estamos clicando possui algum vírus e informa o usuário sobre isso. O Facebook fará a mesma coisa, informando ao usuário que está prestes a abrir uma notícia “considerada falsa por estas organizações independentes”.

print_2
O Instituto Poynter também possui um curso online que ensina jornalistas a minimizar a relação do terrorismo com o islamismo. Alguns dos temas tratados pelo curso são “como comparar o terrorismo com doenças que causam mais mortes como AIDS e malária” e “evitando palavras como jihad nas notícias”. O curso é gratuito graças ao financiamento do Social Science Research Council, uma organização financiada pela Ford Foundation, bem como por diversas organizações ligadas a George Soros.

Mas…quem está por trás do IFCN?

            A iniciativa é financiada pelo “Open Society Fundations”, que é uma organização criada por George Soros, um dos principais financiadores da agenda globalista e o maior apoiador da esquerda mundial. Tal afirmação não é mera especulação, foi fornecida pelo próprio site do Instituto Poynter, hospedeiro do IFCN.

É, parece que os tempos da censura também chegaram à rede social do “Tio Mark’. Este é mais um fato que denuncia o óbvio: a política mundial, bancada por bilionários financiadores fiéis da esquerda, como George Soros, está, novamente, por trás de toda essa iniciativa.

Comentários

Deixe um comentário