As agências de checagem de notícias estão sendo alvos de uma orda de indignados. Não é por menos: a Agência Lupa, por exemplo, conforme denunciado por este site, é uma das organizações financiadas pela Open Society de George Soros. Assim, muito distante da mentira de checagem de “fake news”, trata-se de uma verdadeira intervenção internacional nas eleições brasileiras. Isso, com olhos de oficialidade e conivência da grande mídia, formada por isentos mornos e esquerdistas.

Porém, justifica haver uma agência fajuta de confirmações formada por estudantes de jornalismo de esquerda e financiados por um cartola globalista internacional financiador da ideologia ao redor do mundo em plena era de Blockchain? É claro que não. A forma de dar ares retóricos de oficialidade e “neutralidade” sem qualquer justificativa ou ida às fontes primárias não se justifica de maneira alguma quando o processo de checagem pode, simplesmente, ser descentralizado por usuários comuns. Mais do que mera checagem infundada ou arbitrária, seria uma educação dos usuários para a verdade.

Veja, este site não nega a existência de sites de notícias falsas, sobretudo da própria “direita em ascensão” – embora a sua maciça mentira esteja nos sites da grande mídia e da mídia “independente (pero, no mucho)” de esquerda. Mais do que “existir”, esses sites possuem inúmeros agentes e disseminadores da mentira infiltrados na própria direita. Alguns com ares de esoterismo, antissemitismo e aproximação do apocalipse, outros simplesmente comprometidos em trazer a “direita em ascensão” para um lado mais ameno, em que considere personagens como Geraldo Alckmin e João Amoêdo, ambos comprometidos com agendas mundiais de esquerda.

Por outro lado, a tecnologia Blockchain poderia facilmente resolver os problemas da idiotia insistente de esquerda de projetar o método de censuras de Facebook, Youtube e Twitter face a debates maduros com ares de conservadorismo, dessa vez ante a notícias que não são reproduzidas pela grande mídia no Brasil.

O Blockchain nasceu do Bitcoin. Sua tecnologia foi utilizada pela primeira vez para a descentralização das transferências da criptomoeda, dando solidez e segurança, na medida que a transferência do Bitcoin se dá com o aval de um “minerador” que, substituindo o papel dos bancos, aprova a operação. Dessa forma, o “minerador” recebe uma recompensa (uma porcentagem da operação) e deixa registrado no Blockchain que deu aval de uma determinada transferência. Não há como fraudar o Blockchain e não há qualquer afiliação de personagens caros ao criador do Bitcoin: basta o sujeito ter uma máquina capaz de processar as operações que ele já participa das operações.

Por que não pensar em uma rede de confirmadores retirada do grande público, e que poderia se justificar da confirmação da notícia através de linkagem com fontes primárias? Veja, se existe a tecnologia, que ao menos as ditas “agências de checagem” dessem aos seus usuários uma forma de justificar porque encontra-se errada. Não é o que eles desejam: eles querem o totalitarismo, a eliminação da opinião contrária à esquerda.

Eis que, faço um apelo aos programadores de direita, aos grandes empresários que são caros à verdade, aos meus colegas jornalistas e ao público em geral: exijam a implantação de um Blockchain para checagem de notícias falsas. Não deixem que a esquerda seja protagonista do que seu olhar doentio diga ser mentira. Reafirmem que a verdade se dá com checagem de fontes primárias, com neutralidade verdadeira e com desinteresse em defender bandeiras, o que essa tecnologia já demonstrou propiciar e pode vir muito bem a calhar agora.

 

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