Residentes locais na Venezuela fizeram mais protestos na segunda-feira, quando o fracassado país socialista parece estar ficando sem água potável. Vários grupos de manifestantes bloquearam rodovias ao redor da capital Caracas para protestar contra a falta de água potável.

Na Avenida Baralt, no centro de Caracas, os manifestantes reclamaram que não receberam água por dois dias e, como resultado, foram obrigados a usar água estagnada, expondo-os a doenças infecciosas.

Captura de Tela 2018-07-04 às 00.52.09

Em outros lugares em Caracas, os moradores bloquearam uma estrada fora do shopping Concresa, no bairro de Baruta, para protestar contra a falta de água, bem como o preço recentemente elevado do transporte público. Um relatório recente da Federação Nacional dos Conselhos Comunais da Venezuela descobriu que 90% do transporte terrestre no país está quebrado ou fora de serviço.

“Protesto contra a falta de transporte e seu aumento de tarifas em frente à Concresa”, escreveu o conselheiro de Baruta, Héctor Urgelles. “Vizinhos de Santa Cruz del Este e Terraço do Clube Equestre se unem.”

Outro protesto também ocorreu na rodovia Ocumare-Charallave, no estado de Miranda, onde os moradores afirmaram que não recebiam água potável há dias.

“Os moradores protestam desde as 3 da manhã devido à falta de água na rodovia Charallave-Ocumare, e agora estão solicitando a presença da mídia”, escreveu o espectador Rocely Romero no Twitter.

A última grande escassez de água na Venezuela ocorreu em fevereiro de 2016, quando as autoridades anunciaram uma sessão de “manutenção” de fim de semana destinada a manter níveis de água suficientes durante um período de seca. Estima-se que três milhões de pessoas em Caracas ficaram sem água, onde a temperatura média nessa época do ano é de 68ºF.

A falta de água limpa é a mais recente escassez de massa experimentada na Venezuela sob o domínio do ditador socialista Nicolás Maduro. O acesso a recursos básicos de alimentos a medicamentos é agora extremamente limitado, principalmente como resultado da hiperinflação que tornou a moeda de seu país, o Bolívar, praticamente sem valor. Com base em taxas de câmbio reais, o salário mínimo do país é aproximadamente equivalente a um dólar (US$ 1) por mês.

Atualmente, o país está amplamente afundado em sua pior crise econômica e humanitária, com centenas de milhares de pessoas fugindo para países vizinhos, como o Brasil e a Colômbia.

Fonte: Breitbart

Comentários

Deixe um comentário