“Não queria serem devolvidos à Líbia”.

Os migrantes africanos ameaçaram matar a tripulação do cargueiro italiano que os resgatou porque eles queriam viajar para os refúgios de bem-estar da Europa e não serem devolvidos a um centro de detenção líbio.

“A guarda costeira italiana pegou os migrantes depois de receber um pedido de ajuda do navio. Eles estavam sendo levados ontem para a Itália, onde os líderes serão interrogados pela polícia sobre o incidente”, relata o London Times.

“O motim no Vos Thalassa marcou uma escalada nos problemas no Mediterrâneo depois que o novo governo populista da Itália recusou a entrada para migrantes comprados por barcos de caridade e entregou responsabilidades de resgate à guarda costeira da Líbia.”

Esperando serem transportados para refúgios europeus e receberem benefícios gratuitos e acomodação, os migrantes tentaram realizar um motim ao ameaçar matar a tripulação, porque disseram que seriam mandados de volta para a Líbia.

O fato de que os migrantes estão ameaçando matar as pessoas que os “resgatam” prova que todo o processo não é realmente um resgate, mas um serviço de táxi do norte da África para a Europa.

Fabrice Leggeri, chefe da agência de fronteiras da União Europeia (Frontex), já criticou instituições de caridade por resgatar imigrantes na costa da Líbia, a cerca de 10 milhas da costa, porque incentiva os contrabandistas e coloca vidas em risco.

Como informamos anteriormente, os migrantes rejeitados pela Itália e posteriormente recebidos pelo novo governo socialista da Espanha chegaram a Alicante. Eles foram imediatamente transportados para o centro da cidade, onde os estudantes que já haviam pago pelo alojamento foram expulsos para abrir caminho para os recém-chegados.

Embora a mídia há anos represente a situação como refugiados indefesos sendo deixados para se afogar, a realidade da situação é que os migrantes econômicos estão trabalhando em conjunto com criminosos e ONGs para inundar a Europa com total desrespeito à lei e à santidade dos controles fronteiriços básicos. 

Fonte: Infowars

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